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	<title>Comments for Orango Quango</title>
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	<description>philosophie, política, art</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Feb 2013 17:49:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comment on About by Sergio Storch</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/about/#comment-150</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sergio Storch]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 17:49:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Adorei tua clareza no artigo sobre &quot;nem de esquerda nem de direita&quot;. Foi fundo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei tua clareza no artigo sobre &#8220;nem de esquerda nem de direita&#8221;. Foi fundo.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Três motivos para não dizer “nem esquerda, nem direita” by raulpmaciel</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2013/02/21/tres-motivos-para-nao-usar-a-frasenem-esquerda-nem-direita/#comment-149</link>
		<dc:creator><![CDATA[raulpmaciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 17:20:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ah, uma outra coisa que lembrei e acho pertinente. 

Outra bandeira que tem sido levantada por conservadores (obviamente, apenas nos últimos 10 anos) é a da luta contra a corrupção. Você percorre páginas e páginas no Facebook, blogs, etc. voltados para esse tema. Vai ver duas coisas: evidentemente, encontram muito respaldo popular. Afinal, quem não é contra a corrupção? (ainda mais quando ela se encontra bem longe de nós, lá no congresso, por exemplo) Outra coisa que você deve notar é que, em meio a mensagens apelativas desse tipo, vai ver também outras mensagens, muitas vezes mascaradas, bastante conservadoras e, incisivamente ou exclusivamente voltadas contra o PT ou contra Lula em particular. 

Não que não se possa condenar o PT ou Lula. Mas acho interessante notar a instrumentalização desse ideal &#039;contra a corrupção&#039;. Algo que, ao meu ver, ocorre de forma quase intuitiva na maioria desses casos, por parte de conservadores.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, uma outra coisa que lembrei e acho pertinente. </p>
<p>Outra bandeira que tem sido levantada por conservadores (obviamente, apenas nos últimos 10 anos) é a da luta contra a corrupção. Você percorre páginas e páginas no Facebook, blogs, etc. voltados para esse tema. Vai ver duas coisas: evidentemente, encontram muito respaldo popular. Afinal, quem não é contra a corrupção? (ainda mais quando ela se encontra bem longe de nós, lá no congresso, por exemplo) Outra coisa que você deve notar é que, em meio a mensagens apelativas desse tipo, vai ver também outras mensagens, muitas vezes mascaradas, bastante conservadoras e, incisivamente ou exclusivamente voltadas contra o PT ou contra Lula em particular. </p>
<p>Não que não se possa condenar o PT ou Lula. Mas acho interessante notar a instrumentalização desse ideal &#8216;contra a corrupção&#8217;. Algo que, ao meu ver, ocorre de forma quase intuitiva na maioria desses casos, por parte de conservadores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Três motivos para não dizer “nem esquerda, nem direita” by raulpmaciel</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2013/02/21/tres-motivos-para-nao-usar-a-frasenem-esquerda-nem-direita/#comment-148</link>
		<dc:creator><![CDATA[raulpmaciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 17:09:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://orangoquango.wordpress.com/?p=79#comment-148</guid>
		<description><![CDATA[Bom ler isso. Senti-me verdadeiramente afetado, pois eu pessoalmente sou dos que não acreditam mais em esquerda ou direita. Não que não existam, mas que em ambos os extremos, tudo o que vejo é deplorável, quando não imbecil e ignorante. 

Tampouco seria das pessoas que me colocaria ao &quot;centro&quot;. Acho que, como você coloca, há uma reconfiguração e, mais do que se dizer que é ou não de esquerda, direita, etc., é preciso explicar e compreender essa reconfiguração. 

Prefiro entender as pessoas como conservadoras, reacionárias, libertarias e liberais e, a partir desses termos, soma-los para chegar a variáveis e aberrações como, por exemplo, um &quot;liberal-conservador&quot;. 

De todo modo, eu sou daqueles que vê em conceitos, termos e palavras apenas formas  - muito arcaicas e complicadas, porém ainda quase sempre a melhor forma - que encontramos de explicar nosso mundo, a sociedade, a vida, as coisas. Acredito que as palavras não são nossa única forma de pensamento. Podemos, por exemplo, pensar (sentir) com imagens (sonoras, olfativas, visuais, do tacto). 

O ponto onde quero chegar é o seguinte. Concordo com você praticamente em tudo. Acho que essa frase é muito perigosa e tem sido usada a proveito principalmente da dita direita. 

Com minha curta experiência aqui na França pude entender algumas coisas. 

Aqui os candidatos à presidente se colocam perfeitamente nesse eixo &quot;direita-centro-esquerda&quot;, então, há o candidato das extremas, o do centro-lado e o do centro. 

O que pude notar por aqui é que, presos a esse posicionamento (obsoleto na minha opinião), NENHUM deles trouxe ao povo as respostas que esperavam. Como consequencia, você pode ver Hollande ser eleito e, poucos meses depois, já cair em descrédito completo de todos, mesmo aqueles que supostamente se encontram no mesmo perfil dele, e que o elegeram. 

Minha hipótese ai é que a conjuntura nacional, mas também global, os desafios que o mundo atual nos apresenta não cabem mais nesse eixo bidimensional que foi esabelecido há mais de dois séculos atrás. Acredito que esse eixo é apenas uma forma de ler uma realidade que, efetivamente, é muito mais complexa e que não cabe mais nesses dois eixos e nesses conceitos. 

Isso que digo que a população não encontrou as respostas que esperava me pareceu muito nítido. Pois acompanhei as eleições brasileiras e nos EUA e para mim ficou nítido isso, que os vencedores falaram muito precisamente aquilo que a população majoritária esperava ouvir (e isso digo sobre discurso, não discuto a prática, ok?). 

Você pense só a situação em que o país se encontra hoje. Uma crise de representatividade imensa. As pessoas ligam a TV e vêem um presidente que não os representa. Aqui isso é ainda mais grave, penso eu, tendo em vista o passado deles e o fato de que o presidente tem ainda mais especificamente essa função, já que eles contam com um primeiro ministro também. 

Tudo isso que escrevi não busca quebrar seus argumentos e acredito que não quebre. Continuo concordando que usar essa frase e essa ideia pode ser muito perigoso e pode ser aproveitado por quem é de má fé. 

Todavia, insisto contigo. Vivo perdido entre pessoas que se colocam claramente em um dos dois lados. Não encontro par ao meu discurso em nenhum dos dois lados e tampouco acredito nessa ideia de centro. 

Sinceramente, tampouco acredito no projeto que a Marina está tentando vender nesse projeto da Rede. 

Quando vou explicar meu posicionamento sobre política, costumo dar uma de Lula e fazer uma comparação com o meu posicionamento no futebol. 

Eu sou apaixonado por futebol, sou Corinthiano, tenho que confessar, mas não sou torcedor típico, tampouco vira-casaca. Simplesmente, eu aprecio demais o jogo, as reviravoltas, os dramas, o imponderável mesmo daquilo tudo. Logo, antes de torcer por times, eu fico diante da TV e aprecio jogadas, aprecio os vai-e-vems do jogo. Adoro observar como o fator emocional pode mudar a partida. E, no meio disso tudo, mais do que times, eu gosto de admirar pessoas: técnicos, árbitros, jogadores em especial. Tenho alguns sim pelos quais sou admirador, quando não apaixonado, e com quem estabeleço uma relação de ligação que passa dessa linha da razão ou dessa linha um tanto blasé da admiração e da apreciação. 

Com a política é a mesma coisa. Não tenho partido. Acho que dificilmente eu venha a ter. Mas admiro políticos em especial ou mesmo, em alguns, algumas ações, algumas posturas ou algumas qualidades. 

Vou parar por aqui, já prolonguei muito tudo isso. Escrevi pois encontrei aqui no seu texto um ponto de partida para discutir essas minhas próprias inquietações à respeito dessa chave esquerda-direita e acredito que você possa me ajudar a entender melhor tudo isso. 

Me desculpe, mas como você se chama? Encontrei seu e-mail, mas não seu nome no About. 

Abraços, 
Raul]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom ler isso. Senti-me verdadeiramente afetado, pois eu pessoalmente sou dos que não acreditam mais em esquerda ou direita. Não que não existam, mas que em ambos os extremos, tudo o que vejo é deplorável, quando não imbecil e ignorante. </p>
<p>Tampouco seria das pessoas que me colocaria ao &#8220;centro&#8221;. Acho que, como você coloca, há uma reconfiguração e, mais do que se dizer que é ou não de esquerda, direita, etc., é preciso explicar e compreender essa reconfiguração. </p>
<p>Prefiro entender as pessoas como conservadoras, reacionárias, libertarias e liberais e, a partir desses termos, soma-los para chegar a variáveis e aberrações como, por exemplo, um &#8220;liberal-conservador&#8221;. </p>
<p>De todo modo, eu sou daqueles que vê em conceitos, termos e palavras apenas formas  &#8211; muito arcaicas e complicadas, porém ainda quase sempre a melhor forma &#8211; que encontramos de explicar nosso mundo, a sociedade, a vida, as coisas. Acredito que as palavras não são nossa única forma de pensamento. Podemos, por exemplo, pensar (sentir) com imagens (sonoras, olfativas, visuais, do tacto). </p>
<p>O ponto onde quero chegar é o seguinte. Concordo com você praticamente em tudo. Acho que essa frase é muito perigosa e tem sido usada a proveito principalmente da dita direita. </p>
<p>Com minha curta experiência aqui na França pude entender algumas coisas. </p>
<p>Aqui os candidatos à presidente se colocam perfeitamente nesse eixo &#8220;direita-centro-esquerda&#8221;, então, há o candidato das extremas, o do centro-lado e o do centro. </p>
<p>O que pude notar por aqui é que, presos a esse posicionamento (obsoleto na minha opinião), NENHUM deles trouxe ao povo as respostas que esperavam. Como consequencia, você pode ver Hollande ser eleito e, poucos meses depois, já cair em descrédito completo de todos, mesmo aqueles que supostamente se encontram no mesmo perfil dele, e que o elegeram. </p>
<p>Minha hipótese ai é que a conjuntura nacional, mas também global, os desafios que o mundo atual nos apresenta não cabem mais nesse eixo bidimensional que foi esabelecido há mais de dois séculos atrás. Acredito que esse eixo é apenas uma forma de ler uma realidade que, efetivamente, é muito mais complexa e que não cabe mais nesses dois eixos e nesses conceitos. </p>
<p>Isso que digo que a população não encontrou as respostas que esperava me pareceu muito nítido. Pois acompanhei as eleições brasileiras e nos EUA e para mim ficou nítido isso, que os vencedores falaram muito precisamente aquilo que a população majoritária esperava ouvir (e isso digo sobre discurso, não discuto a prática, ok?). </p>
<p>Você pense só a situação em que o país se encontra hoje. Uma crise de representatividade imensa. As pessoas ligam a TV e vêem um presidente que não os representa. Aqui isso é ainda mais grave, penso eu, tendo em vista o passado deles e o fato de que o presidente tem ainda mais especificamente essa função, já que eles contam com um primeiro ministro também. </p>
<p>Tudo isso que escrevi não busca quebrar seus argumentos e acredito que não quebre. Continuo concordando que usar essa frase e essa ideia pode ser muito perigoso e pode ser aproveitado por quem é de má fé. </p>
<p>Todavia, insisto contigo. Vivo perdido entre pessoas que se colocam claramente em um dos dois lados. Não encontro par ao meu discurso em nenhum dos dois lados e tampouco acredito nessa ideia de centro. </p>
<p>Sinceramente, tampouco acredito no projeto que a Marina está tentando vender nesse projeto da Rede. </p>
<p>Quando vou explicar meu posicionamento sobre política, costumo dar uma de Lula e fazer uma comparação com o meu posicionamento no futebol. </p>
<p>Eu sou apaixonado por futebol, sou Corinthiano, tenho que confessar, mas não sou torcedor típico, tampouco vira-casaca. Simplesmente, eu aprecio demais o jogo, as reviravoltas, os dramas, o imponderável mesmo daquilo tudo. Logo, antes de torcer por times, eu fico diante da TV e aprecio jogadas, aprecio os vai-e-vems do jogo. Adoro observar como o fator emocional pode mudar a partida. E, no meio disso tudo, mais do que times, eu gosto de admirar pessoas: técnicos, árbitros, jogadores em especial. Tenho alguns sim pelos quais sou admirador, quando não apaixonado, e com quem estabeleço uma relação de ligação que passa dessa linha da razão ou dessa linha um tanto blasé da admiração e da apreciação. </p>
<p>Com a política é a mesma coisa. Não tenho partido. Acho que dificilmente eu venha a ter. Mas admiro políticos em especial ou mesmo, em alguns, algumas ações, algumas posturas ou algumas qualidades. </p>
<p>Vou parar por aqui, já prolonguei muito tudo isso. Escrevi pois encontrei aqui no seu texto um ponto de partida para discutir essas minhas próprias inquietações à respeito dessa chave esquerda-direita e acredito que você possa me ajudar a entender melhor tudo isso. </p>
<p>Me desculpe, mas como você se chama? Encontrei seu e-mail, mas não seu nome no About. </p>
<p>Abraços,<br />
Raul</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Três motivos para não dizer “nem esquerda, nem direita” by Cíntia Vieira da Silva</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2013/02/21/tres-motivos-para-nao-usar-a-frasenem-esquerda-nem-direita/#comment-147</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cíntia Vieira da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 16:25:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A análise me parece muito pertinente e de longo alcance. Eu acrescentaria um detalhe: que o uso da expressão &quot;nem de esquerda, nem de direita&quot; no contexto da criação de um novo partido pode ter, dentre outras motivações, propósitos eleitorais. É alguém querendo romper com seu passado político-partidário,]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A análise me parece muito pertinente e de longo alcance. Eu acrescentaria um detalhe: que o uso da expressão &#8220;nem de esquerda, nem de direita&#8221; no contexto da criação de um novo partido pode ter, dentre outras motivações, propósitos eleitorais. É alguém querendo romper com seu passado político-partidário,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on The other side of ‘we’re all in it together’ by That old familiar smell of burning tires &#171; fernando sdrigotti</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2011/08/10/the-other-side-of-%e2%80%98we%e2%80%99re-all-in-it-together%e2%80%99/#comment-49</link>
		<dc:creator><![CDATA[That old familiar smell of burning tires &#171; fernando sdrigotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:15:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Luckily some people are attempting to understand the reasons why these things happen (and will continue to happen). Some have written brilliant pieces. This is in my opinion the most nuanced and intelligent piece around: &#8220;The other side of &#8216;we are all in it together&#8221;. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Luckily some people are attempting to understand the reasons why these things happen (and will continue to happen). Some have written brilliant pieces. This is in my opinion the most nuanced and intelligent piece around: &#8220;The other side of &#8216;we are all in it together&#8221;. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on About by leonardo</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/about/#comment-32</link>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:45:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá! Você teria como colocar a opção de subscrição em seu site? Assim, a cada nova postagem o leitor receberia um aviso por email. Obrigado e parabéns pelos textos. Abração!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Você teria como colocar a opção de subscrição em seu site? Assim, a cada nova postagem o leitor receberia um aviso por email. Obrigado e parabéns pelos textos. Abração!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on The struggle for Pinheirinho will remain an inspiration by #Pinheirinho &#171; Flat 7</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2012/01/25/the-struggle-for-pinheirinho-will-remain-an-ispiration/#comment-28</link>
		<dc:creator><![CDATA[#Pinheirinho &#171; Flat 7]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:58:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] The struggle for Pinheirinho will remain an inspiration [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] The struggle for Pinheirinho will remain an inspiration [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on The other side of ‘we’re all in it together’ by riot pron and readings &#171; Dan Cull Weblog</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2011/08/10/the-other-side-of-%e2%80%98we%e2%80%99re-all-in-it-together%e2%80%99/#comment-14</link>
		<dc:creator><![CDATA[riot pron and readings &#171; Dan Cull Weblog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 05:49:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Nunes. The Other Side of &#8216;we&#8217;re all in it together&#8217;. orangoquango Aug 10, [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Nunes. The Other Side of &#8216;we&#8217;re all in it together&#8217;. orangoquango Aug 10, [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on About by Marília Muylaert</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/about/#comment-13</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marília Muylaert]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 05:27:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Adorei sua reflexão e positão sobre os acontecimentos londrinos (?)! Obrigada por partilhar!
Abraços brasileiros, 
Marília Muylaert
mmuylaert@uol.com.br]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei sua reflexão e positão sobre os acontecimentos londrinos (?)! Obrigada por partilhar!<br />
Abraços brasileiros,<br />
Marília Muylaert<br />
<a href="mailto:mmuylaert@uol.com.br">mmuylaert@uol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on The other side of ‘we’re all in it together’ by UK Uprisings Newslinks Roundup 6-13 August 2011 &#171; William Bowles.info</title>
		<link>http://orangoquango.wordpress.com/2011/08/10/the-other-side-of-%e2%80%98we%e2%80%99re-all-in-it-together%e2%80%99/#comment-12</link>
		<dc:creator><![CDATA[UK Uprisings Newslinks Roundup 6-13 August 2011 &#171; William Bowles.info]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 09:41:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://orangoquango.wordpress.com/?p=8#comment-12</guid>
		<description><![CDATA[[...] The other side of ‘we’re all in it together’ http://orangoquango.wordpress.com/2011/08/10/the-other-side-of-%E2%80%98we%E2%80%99re-all-in-it-toge... [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] The other side of ‘we’re all in it together’ <a href="http://orangoquango.wordpress.com/2011/08/10/the-other-side-of-%E2%80%98we%E2%80%99re-all-in-it-toge" rel="nofollow">http://orangoquango.wordpress.com/2011/08/10/the-other-side-of-%E2%80%98we%E2%80%99re-all-in-it-toge</a>&#8230; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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